As forças de segurança e protecção civil marcaram presença esta quarta-feira nas instalações da Escola Secundária de Arouca. A iniciativa, promovida pelo Município de Arouca, em articulação com o AE Arouca, deu continuidade às comemorações do Dia Internacional da Protecção Civil iniciadas pelo Município no pretérito domingo, 1 de Março, na sede do concelho.

Bombeiros Voluntários de Arouca, Guarda Nacional Republicana, Forças Armadas-Exército, Sapadores Florestais, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e Serviço Municipal de Protecção Civil e Florestas deram lições sobre as suas diferentes valências, os planos de intervenção e emergência e os recursos humanos e materiais envolvidos na multiplicidade de tarefas que envolvem a prevenção, o socorro e a protecção de pessoas, bens, animais e florestas. Uma jornada extraordinária de sensibilização e conhecimento, garantida pelo contacto directo com as centenas de alunos que durante o dia escolar se inteiraram da missão dos diversos agentes e puderam ainda experimentar máquinas e instrumentos.

Clube de Protecção Civil nasce na ESA
A jornada dedicada à Protecção Civil contou também com a colaboração do recém-criado Clube de Protecção Civil da Escola Secundária de Arouca, ideia proposta num projecto adstrito ao domínio de autonomia curricular (DAC) desenvolvido por alunos da turma A do 11º ano de escolaridade, «uma dinâmica que pretende capacitar os jovens para conhecerem melhor os riscos do território, as medidas de prevenção e os procedimentos correctos em caso de emergência, com o objectivo de torna-los verdadeiros embaixadores da prevenção junto dos colegas, famílias e vizinhos, reforçando a cultura de prevenção e segurança na comunidade arouquense.»

Teatro vai sensibilizar alunos do 1º ciclo
Ainda no âmbito das comemorações, uma inédita peça de teatro, intitulada “Sopa de Protecção Civil”, da autoria da jovem arouquense Joana Silva, irá percorrer todas as escolas do 1.º ciclo do concelho, sensibilizando os mais novos para a prevenção e educação para o risco.
Margarida Belém, presidente da Câmara Municipal, reforçou «a importância de envolver toda a comunidade na construção de um concelho mais preparado e resiliente. MMS/RV


