4ª jornada
30 de Agosto 2025
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.
Espectadores: 14128
Árbitro: Gustavo Correia (AF Porto), auxiliado por André Dias e Fábio Silva.
VAR: Bruno Esteves (AF Setúbal)
V. Guimarães – Charles Silva; Maga, Abascal, Óscar Rivas e João Mendes; Gonçalo Nogueira (Tiago Silva, 60) e Mukendi (Mitrovic, 60); Arcanjo (Nuno Santos, 70), Miguel Nogueira (Vando Félix, 76) e Gustavo; Nélson Oliveira (Ndoye, 70).
Suplentes não utilizados: Castillo, Miguel Nóbrega, Lebedenko e Oumar Camara.
Treinador: Luis Pinto
FC Arouca – João Valido; Tiago Esgaio, Fontán, Matías Rocha e Danté; David Simão (Pedro Santos, 65) e Taichi Fukui; Lee Hyunju (Pablo Gozálbez), Trezza (Mansilla, 81) e Djouahra (Puche, 76); Dylan Nandín (Barbero, 81).
Suplentes não utilizados: Nico Mantl, Popovic, Diogo Monteiro e Marozau.
Treinador: Vasco Seabra
Ao intervalo: 1-1
Marcador: 1-0 (Gustavo Silva, 30); 1-1 (Djouahra, 34).
Golo de Djouahra animou os lobos para a luta no “castelo”
Num duelo complicado, os lobos de Arouca conquistaram um ponto no sempre difícil “castelo” de Guimarães. Foi com quatro regressos ao onze inicial – Tiago Esgaio, Matías Rocha, David Simão e Dylan Nandín – que o FC Arouca se apresentou no campo do Vitória. Um jogo que teve uma primeira parte de maior envolvimento atacante da equipa de Guimarães que foi ameaçando chegar ao golo desde o primeiro minuto. Depois de um primeiro golo anulado a Gustavo Silva (19’), o possante avançado pôde festejar pouco depois (30’) com nota artística num pontapé de bicicleta, após bola largada por Valido. Fazia-se nessa altura justiça no marcador perante um FC Arouca com meia hora para esquecer, tal a quantidade de bolas perdidas e de passes errados, sem que a equipa conseguisse alguma vez sair a jogar e a construir com critério. Um estado negativo a que os lobos conseguiram sobreviver quando na única jogada digna de registo, Dylan combinou com Trezza e o cruzamento fez a boa oportunidade para Djouahra (34’) cabecear com precisão para o golo do empate. Foi o terceiro golo do franco-argelino no campeonato – um tónico feliz que acalmou o jogo e levou a igualdade para o intervalo.
Um jogo de combate permanente
Com tudo para decidir na segunda parte, a jogo virou para uma fortíssima luta estratégica feita de constantes duelos e luta pelos espaços. A equipa da casa teve um ligeiro ascendente, mas o FC Arouca esteve melhor na organização. Um segundo tempo mais lutado do que jogado e que não deixou as equipas criarem oportunidades claras de golo, à excepção de um livre directo de David Simão que Charles desviou para canto. Resultado justo, num jogo duro em que o FC Arouca soma mais um precioso ponto no campeonato num reduto tradicionalmente difícil. Num encontro em que o director-geral do FC Arouca, Joel Pinho, foi expulso por protestos, e depois da expulsão de Dylan em Alvalade, fica-se a aguardar o parecer do Conselho de Arbitragem sobre a decisão do árbitro e do VAR sobre lance em que Nelson Oliveira atingiu perigosamente José Fontán (66′). MMS/RV (foto: Liga Portugal)
DECLARAÇÕES NO FINAL DO JOGO
Luis Pinto (treinador do Vitória): «Estávamos a fazer um jogo interessante e a criar perigo e na primeira vez que o Arouca foi à nossa baliza marcou. A equipa acusou animicamente esse momento. Faltou-nos ser resilientes para superar esta adversidade, temos de crescer neste aspecto. Na segunda parte estivemos perto da baliza do adversário, mas com pouco perigo.»
Vasco Seabra (treinador do FC Arouca): «Treinamos a semana inteira à espera desta forma de jogar do Vitória. Entramos um pouco nervosos no momento de ter a bola e não fomos tão protagonistas quanto queríamos. Com o golo do empate aliviamos a pressão num jogo que foi muito combativo de parte a parte. Na segunda parte equilibramos o jogo e na parte final até fomos a equipa mais perigosa e com mais discernimento.»
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