«Esta intervenção preciosa para o Mosteiro e para os arouquenses não é compatível com o evento “Arouca: História de um Mosteiro”. Estes espaços acolhem habitualmente parte significativa das actividades, e são elementos centrais e indispensáveis para a qualidade e para a autenticidade do evento», comunicou a autarquia ontem nas suas redes sociais.
Mas há um mês atrás, a 2 de Abril, a Câmara Municipal rubricou contrato para a direcção artística do evento “A História de um Mosteiro” com uma empresa unipessoal de Braga, num valor superior a 50 mil euros [o Despacho é de 27 de Março], e entretanto até já decorreu a reunião de apresentação e de acolhimento às dezenas de figurantes do acontecimento artístico.
As obras a que o Mosteiro vai ficar sujeito foram conhecidas de forma pública e oficial em 12 de Março, quando o organismo Património Cultural, IP, elencou a listagem das dezenas de intervenções em monumentos por todo o país, um investimento global de perto de 200 milhões de euros, no âmbito da medida “Requalificação e conservação dos museus, monumentos e palácios públicos e construção do Arquivo Nacional do Som”, enquadrada no financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência nacional (PRR).
