A Loja Interactiva de Turismo de Arouca foi o palco do Primeiro Festival de Música de Coros Seniores, o primeiro grande evento musical sob a chancela da associação Academia Sénior de Arouca (ASARC). A iniciativa insere-se no plano nacional de actividades da RUTIS (Rede de Universidades Seniores) e reúne grupos de várias geografias do país para promover a cultura e o bem-estar na terceira idade. O programa, que se estendeu ao longo de todo o dia, arrancou com a sessão de abertura e a actuação do Grupo de Cavaquinhos da academia anfitriã. Durante a manhã, passaram ainda pelo palco as Universidades Seniores de Vale de Cambra, Castelo de Paiva e Albicastrense (Castelo Branco). A tarde ficou reservada para as Universidades Seniores de Oliveira de Azeméis, Gouveia, Lousada e Paços de Ferreira, com o encerramento musical a cargo do Grupo Coral da ASARC. Além da música, o encontro comunitário incluiu um roteiro, conduzido pelos historiadores Diogo Gomes e Afonso Veiga, pelo centro histórico da vila e um lanche-convívio. O festival de coros teve ainda a presença da vice-presidente da Câmara Municipal da Arouca e vereadora do Desenvolvimento Social e Cultural, Cláudia Oliveira.

Carlos Sousa, presidente da ASARC: «É imensa a satisfação na realização deste primeiro encontro»
Para Carlos Sousa, presidente da direcção da ASARC, este primeiro encontro organizado pela sua associação assume um «significado excepcional». O dirigente sublinha o orgulho em partilhar o ambiente e a música de Arouca com o país, definindo a música como «um meio de ligação espectacular» que permite viver o presente e perspectivar o futuro com felicidade e tranquilidade. «Por isso, é imensa a satisfação na realização deste primeiro encontro de coros seniores em Arouca. «É disso que precisamos, viver felizes e tranquilos. É esse o objectivo fundamental da ASARC», sublinhou.

Dulce Mota, representante da RUTIS: «Estes eventos projectam as instituições portuguesas»
A escolha de Arouca foi elogiada por Dulce Mota, representante da Rede de Universidades Seniores, entidade que organiza anualmente cerca de 18 festivais de várias vertentes artísticas, como a música, a dança e o teatro, procurando abranger o norte, o centro e o sul do país. A responsável destacou «o dinamismo e a muito boa qualidade» da academia arouquense como factores decisivos para a entrega da organização deste festival nacional. «Estamos muito contentes por ter feito esta escolha porque efectivamente correu muito bem e isso dá-nos também confiança para futuras propostas de organização.» Dulce Mota reforçou ainda que estes eventos funcionam como estímulo para projectar as instituições portuguesas para patamares superiores, incluindo o acesso a projectos europeus. MMS/RV

