2ª jornada
17 de Agosto 2025
Estádio José Alvalade, em Lisboa
Espectadores: 41986
Árbitro: Hélder Malheiro (AF Lisboa), auxiliado por Gonçalo Freire e Rúben Silva.
VAR: Manuel Mota (AF Braga)
Sporting – Rui Silva; Fresneda (Vagiannidis, int.), Debast, Gonçalo Inácio e Ricardo Mangas; Hjulmand e Morita (Kochorashvili, 73); Francisco Trincão, Pedro Gonçalves (Harder, 73) e Catamo (Quenda, 57); Luis Suárez (Alisson, 81).
Suplentes não utilizados: João Virgínia, Diogo Travassos, Eduardo Quaresma e João Simões.
Treinador: Rui Borges
FC Arouca – João Valido; Alex Pinto (Puche, 77), Popovic, Fontán e Danté (Solà,77); Pedro Santos e Fukui; Lee Hyunju (Tiago Esgaio, int.), Trezza (Mateo Flores, 63) e Naïs Djouahra (Barbero, 63); Dylan Nandín.
Suplentes não utilizados: Mantl, Diogo Monteiro, David Simão e Mansilla.
Treinador: Vasco Seabra
Ao intervalo: 3-0
Marcador: 1-0 (Mangas, 20); 2-0 (Luís Suárez, gp. 31); 3-0 (Trincão, 45); 4-0 (Mangas, 50); 5-0 (Luis Suárez, 62); 6-0 (Trincão, 76).
Expulsão discutível acelerou enorme apetite dos leões
Está consumada a maior derrota de sempre do FC Arouca em jogos fora de casa na Liga. Meia dúzia de golos marcados pelo Sporting não cabiam nas expectativas dos arouquenses, numa partida de vitória justa que, contudo, se avolumou graças a um penálti que a partir da meia hora carimbou o 2-0 e a expulsão de Dylan Nandín. Equipa em crescendo de organização e capacidade ofensiva quer em jogo interior quer em jogo exterior, o Sporting de Rui Borges já quebrara a resistência dos lobos arouquenses aos 20 minutos. Um FC Arouca que arrancou para o jogo com futebol apoiado, positivo, mas o ritmo do ainda campeão nacional deixou poucas possibilidades de discutir o resultado, possibilidade reduzida a zero assim que o árbitro Hélder Malheiro, chamado pelo VAR Manuel Mota, decidiu (bem) pela marcação da falta para penálti, mas de discutível decisão sobre a expulsão do avançado uruguaio. Para agravar a situação, Trincão fez crescer o placard para 3-0 perto do intervalo. Face a tamanha desvantagem, resistir ao enorme apetite dos leões durante a segunda parte tornou-se uma sacrifício físico e mental para a equipa arouquense. Para tentar atenuar a pressão permanente dos homens de Alvalade, Vasco Seabra foi refrescando a equipa, mas nem o sector defensivo, nem os operários Pedro Santos e Fukui chegavam para as vagas ofensivas do adversário, que acabaria por proporcionar a reedição da festa dos golos aos seus marcadores da primeira parte. No ambiente festivo que foi o regresso dos leões a casa, o jogo fixou-se em seis golos e apenas 13 faltas: 6 cometidas pelos sportinguistas, 7 pelos arouquenses. Com duas jornadas realizadas, o FC Arouca está a meio da tabela, com 3 pontos. MMS/RV (foto: Liga Portugal)
DECLARAÇÕES NO FINAL DO JOGO
Rui Borges (treinador do Sporting): «Queríamos entrar bem, fortes num estádio cheio e a acreditar no Sporting. Entramos bem e a pressionar e chegamos ao 2-0. Fomos dominantes e não deixamos o Arouca ganhar confiança no jogo, porque é uma equipa que gosta de jogar e podia crescer no jogo. Depois do 2-0 e da expulsão o jogo muda, o que é natural. Ao intervalo pedi que continuássemos competitivos e que fossemos à procura de mais e mais. Foi um jogo competente da equipa.»
Vasco Seabra (treinador do FC Arouca): «O grande destaque do jogo acaba por ser a expulsão porque nos retira completamente do jogo. Já era difícil jogar em Alvalade contra uma equipa muito forte, com muitas individualidades e colectivamente muito forte. Até ao 2-0 não estávamos a roubar ao Sporting a bola quanto gostaríamos, mas estávamos a competir no jogo. Depois o jogo fica estragado e muito condicionado quando há o 2-0 e a expulsão. Na segunda parte continuamos a tentar disputar o jogo. Não eramos a melhor equipa na semana passada nem somos a pior agora. São três pontos perdidos que nos custam mais pela dureza do resultado. Continuo a ter orgulho nos meus jogadores, sentimos que temos um plantel muito capaz. Este foi um dia difícil, agora é momento de nos reequilibrarmos. Esta jornada já passou, temos três pontos e o próximo jogo é o mais importante.»
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