Edifício da farmácia de Rossas ameaça ruir. Utentes e transeuntes alertam para perigo na via pública

Situado na EN 224, no lugar da Barroca, freguesia de Rossas, o edifício da farmácia local está em situação de pré-ruína, o que é um verdadeiro atentado à segurança pública e um enorme perigo para os que passam junto do mesmo. No imóvel centenário estão até afixadas placas que alertam para a situação precária da sua estabilidade, que se tem degradado, a que não é estranho os materiais que o constituem e que já ultrapassaram o seu tempo de vida.
«As madeiras dos beirais encontram-se podres assim como os seus interiores em situação de ruptura iminente. As fissuras nas partes mais rígidas são por demais evidentes a adivinhar uma desagregação a qualquer momento», referiu um habitante da freguesia ao RV. «As estruturas que suportam as telhas por já não suportarem o peso destas contribuem para que resvalem e venham cair à via pública. A somar a tudo isto existe a trepidação de todo o género de veículos, uns pesados, outros não, que ainda contribuem mais para uma constante deterioração do prédio que já por si não é nada famoso».
«As pessoas da freguesia receiam por este perigo que está à vista de todos mas que as entidades públicas parecem ignorar, como se este edifício não estivesse como está à vista de todos, e não fosse no sítio onde se localiza», adiantou outro popular ao jornal.
«Não se pode continuar à espera que o edifício continue a degradar-se como está a acontecer, dia após dia, sob pena de haver consequências que poderão ser desastrosas em termos materiais e humanos», sublinhou.
Ouvida também pelo jornal, a presidente da Junta de Freguesia de Rossas, Isabel Paiva, concorda que o imóvel carece de obras urgentes: «a estabilidade daquele edifício está perigosa, espero que a situação seja resolvida com brevidade pois a farmácia presta um serviço social valioso para a nossa freguesia e para as freguesias vizinhas».
Pelo que se constata a olho nú, a reparação com “remendos” será impraticável e impossível em termos económicos até pelos materiais que constituem tal prédio (tabique, madeira,…) e só a demolição do edifício daria sossego aos que por ali passam. JCS

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