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Contingência COVID-19: AECA faz ponto de situação
 
(foto: AECA)
«O sector do turismo foi o que mais quebras registou»
 
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A partir do dia 15 de Setembro Portugal vive em estado de contingência. A nova contingência. As actividades foram retomadas na sua maioria. Mas, flexibilização das restrições, a saúde e a segurança dos colaboradores e das comunidades devem permanecer primordiais. O Governo de Portugal declara a situação de contingência, no âmbito da pandemia da doença COVID-19. A situação epidemiológica justifica a adopção de várias medidas com o intuito de prevenção, contenção e mitigação da transmissão da infeção em vigor a partir de 15 de Setembro.
A AECA tem acompanhado a evolução da pandemia COVID-19, desde a primeira fase de confinamento, desconfinamento e de novo a fase de contingência no regresso depois das férias. Durante os tempos de confinamento da pandemia COVID-19 existiram diversas actividades que tiveram que ser recalendarizadas, e estão a ser retomadas gradualmente respeitando sempre as normas da DGS em vigor. Em todas estas fases, tempos difíceis passados pelos associados, a AECA manteve um relacionamento estreito com o corpo associativo, informando-o das directivas emitidas pelo Governo e pela Direção Geral de Saúde (DGS). Foram emitidas circulares informativas com a legislação, inclusive foram prestados esclarecimentos pelo gabinete jurídico.
Desde Maio que a direcção da AECA está a acompanhar a reabertura dos seus associados do sector do comércio e da restauração, tanto em Arouca como em Vale de Cambra, acompanhada pelos respectivos presidentes dos Municípios, e Delegado de Saúde. Sempre com o objectivo de cumprir a legislação em vigor e apelando ao máximo cumprimento por parte dos clientes, os nossos associados estão convictos das dificuldades mas mantêm-se motivados.
No passado dia 3 de Setembro, a AECA participou na reunião online do Município de Arouca com o sector da restauração. Foi uma reunião de avaliação de ponto de situação, onde a palavra de ordem foi reforçar as medidas de segurança. A AECA está em contacto permanente com os associados, auscultando-os apurando-se o ponto de situação em termos de pandemia, segurança, cumprimento das normas e também evolução económica.
Relativamente a esta nova fase, a AECA recomenda e incentiva mais uma vez ao cumprimento das orientações da DGS em prol da segurança. A adopção de medidas mais restritivas do que aquelas que têm vindo a ser tomadas nas semanas que antecedem justificam-se como precaução e bem da saúde pública. Sob o ponto de vista mais sectorial poderemos dizer que:
- As empresas do ramo da indústria na região estão, em termos gerais, a trabalhar bem, quase dentro da normalidade. A sua maior preocupação é o proliferar da doença que poderá originar baixas e/ou paragens forçadas, pelo que o clima geral é de expectativa. Na sua larga maioria já tinham os planos de contingência bem elaborados e a vigorar desde o início da pandemia, sendo que muitas delas foram mais rígidas e mais interventivas para com o cumprimento rigoroso do estabelecido quanto ao distanciamento social, uso de máscara e utilização de espaços internos como os refeitórios e cantinas, sobretudo depois da surpresa com o aumento significativo dos casos em Arouca. Há empresas a contratar recursos humanos.
- As empresas do sector da restauração, depois da reabertura de Maio, no seu geral, recuperaram muito bem, muitas delas para próximo dos níveis do ano anterior, sendo que no pós-férias e com o número de casos a aumentar (sobretudo em Arouca) sentiram quebras, maior do que o previsto para um Setembro "normal" (mais sentido em Arouca que em Vale de Cambra). Contudo o sector como teve que se reinventar e adaptar, diversificou os seus produtos/serviços e, convictos de um novo desafio, há também quem esteja a contratar recursos humanos.
- Quanto às empresas do sector do comércio, estas tiveram mais dificuldades em recuperar. Uma série de medidas restritivas desafiaram a dinâmica do comércio, novos padrões de consumo, aumento de vendas online, houve também um grande incentivo ao consumo no comércio de proximidade.
- O sector do turismo foi o que mais quebras registou, com a redução muito significativa da procura, como consequência das medidas de confinamento e restrição da mobilidade dos cidadãos, nomeadamente estrangeiros e, apesar deste Verão auspicioso na nossa região, principalmente no alojamento local, graças à opção de viajar pelo interior do pais, evitando as grandes concentrações, muitas delas continuam a sentir muito a crise que o COVID-19 veio trazer. 2020-09-17 AECA
 
Arouca

Quarta, 28 de Outubro de 2020

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A Frase...

"Continua a aposta (da CMA) 'quase irracional' no turismo"

Carlos Tavares, lider do PPM-Arouca, em entrevista ao RV

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