ASSOCIATIVISMO
 
O que os jovens de Arouca pensam sobre o seu futuro?
 
Sessão da associação Círculo Cultura e Democracia
Desta partilha participada e animada resultaram visões nem sempre concordantes
 
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'O que os jovens de Arouca pensam sobre o seu futuro?' - Este foi o tema do 5.º Serão organizado na sexta-feira passada, dia 23 de Fevereiro, pelo Círculo Cultura e Democracia e que reuniu cerca de 50 pessoas, jovens mas não só, no salão da Junta de Freguesia de Rossas.
Cinco jovens "convidados" contribuíram para dinamizar a conversa, partilhando expectativas e sonhos sobre o seu futuro. Desta partilha participada e animada resultaram visões nem sempre concordantes. Assim, para uns, o futuro está bem traçado: ter uma boa formação para atingir o topo das carreiras profissionais, ter tempo para viver e viajar e só depois de atingidas as metas materiais, constituir família. Para outros, o futuro não pode ser programado: constrói-se vivendo, sem demais expectativas de estabilidade de trabalho ou de relacionamento. Reconhecem que as expectativas podem não corresponder à realidade, realidade essa cuja interpretação pode ser ela própria alvo de mudanças, dependendo da visão que se tem do mundo.
Aliás, será que os jovens estão preparados para o que os espera? Ocorre então uma reflexão sobre o actual mundo do trabalho onde a aceleração resultante das mudanças tecnológicas implica, necessariamente, diferente atitude, face ao novo paradigma. Outra faceta desta mudança são os benefícios que o progresso tecnológico oferece a par da exclusão dos menos preparados. Assim sendo, na preparação para a nova realidade, a escola - criticada por basear-se muito no decorar das matérias - não pode contentar-se em transmitir ensinamentos, mas antes em ensinar a aprender.
Quanto aos valores nos quais se apoiam para construir o futuro, os jovens apostam no aperfeiçoamento do seu comportamento pessoal para melhorar a sociedade. Reconhecem ainda a importância das relações com os outros e a relevância das redes sociais virtuais, embora a estas possam faltar a autenticidade e o seu uso tornar-se obsessivo. Também acham que as associações podem contribuir para a sociedade, mas constatam que essas são constituídas essencialmente por pessoas de mais idade, e que as próprias associações juvenis tem dificuldade em mobilizar os jovens.
Por fim, outros temas foram lançados, como o lugar da arte e da natureza na construção do futuro, que não suscitaram muita discussão. CMD 2018-02-28
 
Arouca

Quarta, 23 de Maio de 2018

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