PEDRO VIEIRA
 
Acreditem que vamos lá chegar
 
OPINIÃO | Em Arouca estamos a abrir o partido à sociedade civil
 
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"Acreditem que podemos estar um passo à frente, acreditem que podemos chegar lá!". Estas foram as palavras que Assunção Cristas proferiu, numa das suas intervenções no congresso do CDS, que se realizou no passado fim-de-semana, em Lamego. A sessão de sábado já ia longa e por volta das 3h00 da manhã de domingo, Assunção Cristas subiu ao palco para fazer a sua intervenção de encerramento, da moção de estratégia global que levou ao congresso, intitulada "Um passo à frente".
Esta moção foi aprovada nessa madrugada pela esmagadora maioria dos delegados presentes no congresso. E deste congresso saímos todos com a forte convicção de que o CDS pode tornar-se na força mais representativa da direita e do centro direita em Portugal.
As razões para que isso aconteça são simples e estão claramente enunciadas na moção que apresentou:
estamos a fazer diferente; estamos a construir com todos; o que faz do CDS o partido do futuro.
O CDS está a fazer diferente porque está continuamente empenhado na busca de soluções para os diferentes problemas do país, apresentando inúmeras propostas nas mais diversas áreas, que têm marcado a agenda parlamentar.
Estamos a construir com todos porque estamos abertos à participação de todos sem exceção, quer daqueles que estão dentro do partido quer de independentes que pretendam dar o seu contributo ao país, abrindo, assim, o partido à sociedade civil, reforçando o seu envolvimento, ouvindo as suas Preocupações, as prioridades, no terreno, com vista a reunir os mais variados contributos e construir
o mais sólido projeto para o país.
O grande desafio do CDS é afirmar-se como "o partido de todos", ultrapassando os velhos rótulos de partido de ricos ou patrões. O CDS não é nada disso. Este CDS é tudo menos isso. É o partido de todos, para todos, que quer construir o futuro, e onde todos podem ser protagonistas.
E o exemplo disso está no grupo de trabalho que foi apresentado neste congresso e que será Responsável pela elaboração do programa eleitoral que o CDS irá apresentar nas próximas legislativas.
Chama-se "Portugal com futuro" a equipa que prepara o programa eleitoral do CDS, e é composta por membros do partido e por independentes. Sinal claro de que o CDS pretende que este programa tenha uma participação muito alargada das pessoas, sejam elas militantes, simpatizantes ou independentes, reconhecidos, com qualidades e competências que possam contribuir com as suas ideias, para a resolução dos problemas reais das pessoas.
Por isso o CDS é cada vez mais o partido onde apetece estar, para os que têm estado mais afastados da vida política partidária, que acreditam ser possível fazer mais, fazer diferente e fazer melhor. E esta diferença na forma de estar e de atuar, permite ambicionar que o CDS possa ser "a primeira escolha dos portugueses".
"CDS, a primeira escolha" foi o slogan escolhido para este congresso. É uma aposta arrojada, ser a primeira escolha dos portugueses, mas não é de todo ridícula. Alguns comentadores, pressentindo o futuro político que se avizinha, rapidamente se apressaram a recriminar esta ousadia. Mas são os portugueses que escolhem, não são os comentadores que decidem. É uma questão de confiança, é
acreditar no nosso valor, e como disse Assunção Cristas, "se acreditarmos em nós próprios, mais e mais acreditarão".
E esta mensagem está espalhada por todas as estruturas do CDS, de norte a sul do país. É uma nova forma de estar na política, em que todos são convocados a participar na vida política do país, da sua região, do seu concelho e a intervir, de forma plena, nas escolhas que se pretende fazer no futuro.
Em Arouca estamos imbuídos deste espírito. Abrir o partido à sociedade civil, a todos aqueles que queiram participar ativamente na vida política partidária, com as suas ideias, com o seu conhecimento, é algo que valorizamos e pretendemos reforçar no futuro, à semelhança do que se passa, também, a nível nacional.
Queremos fazer diferente. Estamos a fazê-lo na junta de freguesia de Sta. Eulália, que desempenha uma função reconhecida pela população, para todos e com o envolvimento de todos. Estamos empenhados em contribuir ativamente com ideias que possam ir ao encontro das necessidades dos arouquenses. Fazemo-lo, junto do órgão executivo, através da nossa vereadora. Fazemo-lo, também, através da estrutura local do CDS de Arouca, questionando o executivo, pedindo esclarecimentos, apresentando propostas, e vamos chamar o executivo à responsabilidade pelos seus atos, quando estes sejam contrários aos interesses dos Arouquenses, se tal for necessário. Acreditem, com a ajuda de todos nós vamos chegar lá!

(texto publicado na edição impressa do RODA VIVA jornal de 2018.03.15)

 
Arouca

Domingo, 16 de Dezembro de 2018

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