SOCIEDADE
 
Ministra da Coesão Territorial 'entrega' moradias reconstruídas após incêndio
 
Comitiva numa das habitação totalmente reconstruída
Cinco casas foram danificadas com o fogo de 2017 em Fermedo e São Miguel do Mato e estão agora habitáveis
 
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A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, entregou hoje a duas famílias do ocidente do concelho de Arouca as chaves das suas casas novas, habitações que tinham sido quase completamente destruídas pelo grande incêndio de 15 de Outubro de 2017 e que foram reconstruidas a expensas do Orçamento de Estado.
"Um momento para as pessoas virarem a página", salientou a governante, dando conta de que foram concluídos os processos de intervenção em moradias no município arouquense, assinalando um investimento estatal na ordem dos 278.000 euros.
Foram recuperadas parcialmente três habitações, o que custou 45.500 euros, e as duas ontem entregues, no lugar do Viso, freguesia de S. Miguel do Mato, e no lugar das Eiras, em Fermedo, foram reconstruidas com um custo de 232.000 euros.
Ana Abrunhosa constatou "a alegria das famílias", tendo sublinhado o empenho neste processo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN) e principalmente da Câmara Municipal de Arouca, que - enfatizou - garantiu aos agregados familiares "o acompanhamento" e apoio "de que necessitavam" enquanto as suas casas eram intervencionadas.
Acentuou que o investimento governamental incidiu sobre as feituras de projectos, as obras em si e o apetrechamento das moradias.
Quanto ao facto de ter demorado quase três anos a concluir-se o processo, a ministra vincou a demora que sempre implica elaborar e aprovar os projectos, tendo, ainda, salientado que nem sempre foi sempre fácil encontrar empreiteiros. "Fizemos tudo direitinho", assegurou, referindo-se a todas as tramitações e decorrer de cada requalificação e reconstrução.
Margarida Belém, a presidente da Câmara, congratulou-se pelo fecho de "um processo que foi muito doloroso". A autarca recordou que tinha tomado posse no dia anterior ao grande incêndio e, evocando as 48 horas que passou no teatro de operações, sublinhou que sofreu com as famílias afectadas.
Acentuou que o seu executivo e vários serviços camarários, como a realização dos projectos de arquitectura e de apoio social, mantiveram, ao longo deste tempo decorrido, uma relação "de proximidade" com os agregados familiares que foram mais afectados pelo sinistro.
"Está bonita - melhor do que era antes", testemunhou a Dona Júlia Oliveira, 93 anos, após ter permitido uma visita à sua casa-nova situada no lugar do Viso, em S. Miguel do Mato. Recordando que naquele dia fatídico de 2017 "ardeu tudo" quanto tinha na habitação, disse-se prestes a eliminar a "ansiedade" que sentia por não poder morar - tem residido com uma filha - em "canto" que considerasse plenamente seu.
Nas Eiras, freguesia de Fermedo, a D. Maria Alves (77 anos), que vai morar na renascida habitação com o marido, senhor José, filha e netos, testemunhou pelo mesmo diapasão, feliz por ver concluída uma obra há muito ansiada. "Está muito bonita", disse da sua casa reedificada. AOS/RV 2020-06-24
 
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Quarta, 08 de Julho de 2020

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