SOCIEDADE
 
Empresas: ‘Arouband’ vê “a vida andar para trás” por culpa do coronavírus
 
José Pedro Correia e Sara Seiceira
No ano em que mais investiu, José Pedro Correia não perspectiva como irá “reaver o dinheiro”
 
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A Covid-19 e o Estado de Emergência que provocou no nosso país está a lesar o empresário do ramo musical, José Pedro Correia. Ouvido pelo RODA VIVA, o gerente da 'Arouband', com sede na freguesia de Chave, dá conta dos prejuízos que a actual conjuntura de contingência lhe tem provocado.
"Até Julho estamos parados, mesmo parados! Tudo o que tinha marcado até lá foi cancelado e eu vejo a minha vida a andar para trás. Não sei se vamos fazer alguma coisa este ano... Não vejo forma de reaver o meu dinheiro. Este era o 3º ano da tour da banda e fizemos um grande investimento para que este ano fosse o nosso grande ano. Os dez músicos estavam muito confiantes de que este ano seria mesmo em grande e veio esta, desculpem a expressão, porcaria, que é mesmo assim, estragar tudo", contou ao nosso jornal o empresário, que, para além da banda, gere, juntamente com a companheira Sara Seiceira, a empresa de som 'Arouvolume'.
A aposta nos melhoramentos do camião-palco da banda foi o maior investimento para 2020, mas não o único, numa altura em que a 'Arouband' ia desbravar mais algumas fronteiras geográficas. "Tínhamos um espectáculo quase em Espanha, em Vilar Formoso, outro no centro do país, para além de Viseu ou Porto. Quando as pessoas precisam de nós ou de algum aluguer, somos os primeiros a ir ajudar, agora que estamos parados não houve ninguém do governo, ou ligado à área dos espectáculos, que se lembrasse das empresas de som. Precisávamos de sentir esse apoio", aponta José Pedro Correia.
Sobre a pandemia do coronavírus, o empresário não considera as actuais medidas em voga suficientes. "O contágio podia ser evitado de uma forma muito mais eficaz. Vejamos, estão a parar umas coisas, as outras não param. Imagine-se que numa família de cinco pessoas, uma não pode fazer tele-trabalho e tem de sair para ir trabalhar. Se ficar infectada, contamina os outros quatro. Assim só estamos a atrasar o problema. Se me permitem, toda esta pandemia, na minha opinião, foi uma maneira mais económica de fazer uma 3ª guerra mundial...", concluiu. José Pedro Correia é também funcionário fabril e não deixou de trabalhar nesta fase. Ruben Tavares 2020-03-31
 
Arouca

Domingo, 07 de Junho de 2020

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"Ninguém, no governo actual, está a fazer um favor a Arouca mas sim a fazer-se justiça a um concelho, a um povo"

Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas, durante a consignação da estrada Escariz / A32

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