POLÍTICA LOCAL
 
JSD debateu em Arouca a legalização da 'cannabis' para fins recreativos
 
Debate decorreu em unidade hoteleira de Arouca
Deputada Margarida Balseiro Lopes afirma ser "redutor assumirmos esta discussão como uma questão apenas de liberdade ou não"
 
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Num momento em que está legalizado e liberalizado o uso da cannabis para fins medicinais, a Juventude Social-Democrata de Arouca, em linha com a estrutura nacional, abriu o debate à comunidade sobre a despenalização e regulamentação da cannabis para fins pessoais a maiores com idade igual ou superior a 21 anos, tema a ser referendado internamente no PSD e discutido na Assembleia da República.
Para este debate, a JSD Arouca contou com a presença de Margarida Balseiro Lopes, deputada à Assembleia da República e presidente da JSD nacional, Manuel Gonçalves Pinho, médico e Rosa Sousa, docente de filosofia em Arouca. Tiago Mendes, presidente da estrutura local, moderou a sessão.
Margarida Balseiro Lopes começou por dizer que é bastante "redutor se assumirmos esta discussão como uma questão apenas de liberdade ou não", acrescentando que "para os jovens é preciso apostar em políticas de prevenção e de sensibilização para evitar o início do consumo dessas substâncias e para os consumidores, estabelecer um limite, fazendo com que se reduza o consumo para fins marginais". A social-democrata afirma que o "objectivo não é que exista uma liberalização da cannabis".
Em representação da ciência, o médico e assistente convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Manuel Gonçalves Pinho, abordou a questão da legalização da cannabis como a "possível solução para alguns problemas mas surgimento de outros", lembrando que "o consumo da cannabis é sempre associado ao consumo de tabaco" não sendo portanto um mal extinto em si mesmo pois esta mistura é fumada, levantando-se os mesmos problemas que no consumo de tabaco".
O médico afirma ainda que "o maior problema é o desenvolvimento de psicoses e que um consumo é suficiente para desenvolver um problema psicótico", acrescentando que dos 16 aos 21 anos é a faixa etária onde os efeitos negativos são mais nefastos.
Rosa Sousa apresentou as perspectivas dos seus alunos sobre a liberalização da cannabis referindo que grande parte considera que seria benéfico seguir esse caminho, pois traria mais vantagens do que desvantagens. André Vilar/João Fernandes 2020-02-18
 
Arouca

Quinta, 02 de Abril de 2020

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