SOCIEDADE
 
“O Fado nasceu comigo”
 
Uma das últimas participações de Simão Oliveira em televisão: com João Baião, na SIC
Simão Oliveira já é um verdadeiro embaixador artístico de Arouca ‘fora de portas’
 
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Simão Reis Quaresma Oliveira, 12 anos, estudante do 7º Ano no Agrupamento de Escolas de Arouca, tem sido nos últimos dois anos um verdadeiro embaixador artístico de Arouca ‘fora de portas'.
Com um talento inato para a música e em particular para o fado, o jovem Simão Oliveira conta já com diversas actuações nas principais salas de espectáculo do Porto - Coliseu, Sá da Bandeira e Campo Alegre -, além de presenças em programas televisivos na RTP e na SIC.
Apesar de tenra idade, o deslumbramento e a vaidade não entraram na vida do petiz que tem um discurso de grande humildade e maturidade.
Aqui fica o resumo de uma conversa com o cantor arouquense:
«Comecei a cantar aos quatro anos e lembro-me que a primeira canção foi a "Oh Rama, oh que linda rama", do Vitorino. Depois comecei a ganhar o gosto pelo fado e nunca mais abandonei.
A paixão pela música foi natural, não tive qualquer influência, ouvia muita música e depois apanhei o gosto por cantar.
Quando comecei a cantar tinha na Ana Moura e na Amália as minhas duas grandes influências. Hoje, gosto também de ouvir Carlos do Carmo, Tony de Matos, António Zambujo, entre outros. Gosto acima de tudo da boa música portuguesa, já não aprecio muito a música estrangeira.
Nos meus concertos início sempre com "A miúda da minha rua" e termino sempre com o tema "Havemos de ir a Viana", que é uma música bastante alegre e o público vibra bastante.
Gosto de escrever, mas nunca pensei fazer uma letra de uma música para mim.
Os meus ensaios são feitos em minha casa, sozinho no meu quarto ou na sala. Depois de ensaiar bastante, mostro as gravações aos meus pais para darem a sua opinião.
Quando estou a cantar em palco, sinto algo que não consigo transmitir por palavras, gosto muito de interagir com o público. É uma sensação muito bonita e difícil de explicar por palavras.
Sinto-me mais nervoso quando estou actuar num palco com o público à minha frente do que estar a cantar num estúdio televisivo.
No futuro, vejo-me a cantar e a representar, sobretudo teatro, que também é uma das minhas paixões. Gostaria de fazer uma formação superior ligada ao mundo das artes. Sou um aluno razoável, gosto das disciplinas de Português, História, Matemática.
Acho que herdei do meu pai algumas características artísticas e algum à vontade para estar no palco. Os meu pais têm sido o meu grande apoio e estou-lhes muito agradecido!
Vou continuar a ser humilde como até aqui, não quero ter aquela vaidade que por vezes os artistas tentam mostrar. Vou continuar a ser uma criança igual às outras, só com um gosto diferente que é cantar.
Os meus passatempos preferidos são caminhar ao ar livre, passear e ajudar os meus avós nas actividades agrícolas. Também gosto de criar animais em casa, tenho coelhos e galinhas. Não gosto de ficar em casa sem fazer nada a olhar para a televisão.
Tenho uma irmã, a Rita de 8 anos, é diferente de mim, é mais envergonhada, não gosta desta vida de artista.
Gravei o meu primeiro CD em 2018, chama-se "O fado nasceu comigo"». JCS 2020-01-22
 
Arouca

Segunda, 21 de Setembro de 2020

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