ASSOCIATIVISMO
 
Casa do Povo de Arouca agarra as tradições
 
Folclore marca a cultura
Domingo foi dia de baile, de exposição de antiguidades e de rojões, bolas de carne e outras iguarias
 
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Agarrar as tradições está no cerne das actividades levadas a cabo pela Casa do Povo de Arouca, uma das associações mais antigas do concelho. Fundada na abertura de mentalidades trazida pela Revolução de Abril de 1974, resiste e adapta-se à comunidade, cultivando o folclore, as feiras à moda antiga, a gastronomia tradicional e o som das concertinas que unem o que é português. Foi mais um fim-de-semana dedicado às causas defendidas pela Casa do Povo. Depois da Feira do Fumeiro do mês Fevereiro, sábado e domingo foram dias de reviver tradições, primeiro no "Encontro de Concertinas" que reuniu mais de uma centena de tocadores de vários pontos do país que animaram o muito público que acorreu ao espaço contíguo ao pavilhão gimnodesportivo da colectividade. Domingo foi dia de baile, de exposição de antiguidades e de rojões, bolas de carne e outras iguarias produzidas e consumidas ao vivo, depois de confeccionadas nos típicos tachos e panelas de ferro e nos fornos a lenha. Muita gente a usufruir e também muita gente dedicada à sua comunidade nos afazeres de quem adora o associativismo e o serviço sócio-cultural praticado por mero gosto. António Teixeira é há muitos anos o rosto da direcção da associação. "A Casa do Povo continua a ser fiel a uma tradição que mobiliza a população para a defesa do património da nossa terra", referiu o dirigente, no meio da azáfama que preenchia a tarde de atendimentos aos visitantes. A iniciativa deste final de Junho já vai na vigésima edição. "Tudo tem corrido muito bem", avaliou.

Servir mas também crescer

Mas o dirigente está esperançado em que se atinja maior dimensão. Foi o que aconteceu com o que é hoje o Festival da Castanha. "Começamos com poucos, a Assembleia, o Paulo Teixeira e o Albano Alves e, com a envolvência e apoio da Câmara Municipal, a ideia desenvolveu-se e tornou-se uma das referências do concelho", recordou António Teixeira, que anuncia a mesma esperança para o seu Festival do Fumeiro: "Seremos sempre parceiros que com a ajuda da Câmara poderemos elevar este saboroso evento para o nível de outros que se fazem no país." O dirigente está na Casa do Povo há trinta e sete anos e é presidente há cerca de vinte, mas parece não estar cansado. "Temos um bom grupo, vamos continuar a trabalhar. A alegria tem de estar presente no que fazemos." O grupo folclórico é outro dos baluartes da colectividade arouquense, que participa pelo país e organiza dois encontros de folclore que são já momentos permanentes da agenda cultural regional. 2019-07-01 Manuel Matos/RV
 
Arouca

Quarta, 23 de Outubro de 2019

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