SOCIEDADE
 
Investigadora arouquense sobressai em congresso de ciência
 
Diana Tavares Valente está na U. Minho
Diana Valente apresentou trabalho de oncobiologia em que se baseou o seu doutoramento
 
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Decorreu nos passados dia 2 a 4 de Julho, no Centro de Congressos de Lisboa, o maior encontro de ciência em Portugal. "Ciência 2018" é um encontro anual dos investigadores portugueses e empresas que mostram a inovação e excelente trabalho científico que se desenvolve no país. Contou com a presença de convidados das mais variadas áreas de ciência e tecnologia portugueses e estrangeiros, para além de ser completamente gratuito e aberto à comunidade.
No evento, um nome arouquense sobressaiu: Diana Valente, investigadora na área de oncobiologia, a finalizar o seu doutoramento na área de investigação em Ciências da Saúde, pelo Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde, da Escola de Medicina da Universidade do Minho, e docente convidada no Instituto Universitário de Ciências da Saúde, Cespu. Neste congresso apresentou parte do trabalho desenvolvido durante o seu doutoramento, publicado recentemente em revista científica internacional, acerca do papel do metabolismo das células tumorais como alvo para o desenvolvimento de novas terapias antitumorais.
Esta edição do "Ciência 2018" contou também com as mais altas figuras do estado, o primeiro-ministro António Costa e o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, para além de outros ministros, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e dos Negócios Estrageiros, entre outros. O encontro contou ainda com a África do Sul como país convidado. Por entre debates, workshops e demonstrações do que melhor se faz em Portugal a este nível, existiram também manifestações do desagrado do estado da ciência em Portugal. Algumas dezenas de manifestantes, bolseiros de investigação, exigiram uma carreira científica digna e não a situação precária de uma bolsa de investigação. De facto, têm sido agilizados concursos de estímulo a emprego científico anunciados pelo governo e enfatizados nos discursos do primeiro-ministro. Perante uma plateia repleta de cientistas, o governante referiu que o programa "Mais Ciência Menos Burocracia" foi criado para libertar as instituições de processos contra a dinâmica da investigação e que o número de investigadores subiu de 7% para 11%, também graças à contribuição de muitas empresas, que estão a empregar cientistas. Na sua intervenção, António Costa relembrou a intenção do Governo de criar cinco mil vagas para emprego científico, "três mil ainda este ano e dois mil em 2019". É de referir a participação de alunos do secundário que desde tenra idade demonstram já um interesse pela ciência e pela curiosidade de descobrir novas coisas. Estes alunos de vários colégios, nomeadamente lisboetas, mostraram com pequenas apresentações com grande motivação o que de bom se faz no nosso ensino pré-universitário e o grande profissionalismo que lhes é incutido pelos educadores. Este tipo de encontros permite não só o conhecimento de áreas em grande desenvolvimento em Portugal, interacção de investigadores e sector empresarial e contribuem para uma interacção com a comunidade, importante no paradigma para que servem os dinheiros públicos investidos na investigação. 2018-07-12
 
Arouca

Quarta, 18 de Julho de 2018

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