POLÍTICA
 
Santana em Arouca: “Política é fazer bem às pessoas”
 
Santa Lopes em acção de campanha em Arouca
Prometeu ousadia social e descentralização a sério. Candidato à liderança do “PPD/PSD” quer liderar um partido unido, que possa vencer a “frente de esquerda”
 
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"Venho para fazer coisas novas". Pedro Santana Lopes esteve hoje em Arouca, onde disse aos militantes do PSD que voltou a concorrer à liderança porque urge "escolher o melhor para o partido para, depois, ganhar à frente de esquerda" que reúne PS, PCP e Bloco de Esquerda.
O antigo primeiro-ministro e ex-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) logo vincou que não prescinde da designação PPD/PSD. PPD porque quer um partido que, não desvalorizando a sua matriz social-democrata, também não deixe de lado a "proximidade" aos portugueses.
Recordou que busca a liderança de uma agremiação partidária "que nasceu das entranhas do povo português" e não pelo patrocínio "de uma qualquer internacional partidária".
Santana Lopes assumiu estar de olho no cargo de primeiro-ministro, que pretende voltar a desempenhar pela "força dos votos" - chefiou o executivo, mas por nomeação, quando Durão Barroso foi para a comissão europeia.
"Contra o Bloco Central", disse-se convicto de que um seu PPD/PSD conseguirá disputar o poder com o PS de António Costa. Desde que - afirmou - saiba ir ao encontro da modernidade. "Devemos constituir um alternativa coerente, olhando para as reais necessidades do país", sublinhou.
O candidato que disputará a liderança com Rui Rio sacou da obra-feira como secretário de Estado da Cultura, como primeiro-ministro e como provedor da SCML, para vincar as suas grandes apostas: as políticas sociais, a descentralização e o crescimento económico.
Defende "políticas sociais mais ousadas", concretamente que apostem em valências institucionais inter-geracionais e em soluções que ajudem a manter os idosos em suas casas, "pagando aos cuidadores familiares".
Ainda realçou que, na Misericórdia lisboeta, criou o "Fundo Rainha Leonor", através do qual a instituição da capital financia, com um bolo de mais de cinco milhões de euros, intervenções requalificadoras em suas similares.
Na política territorial, lembrou que, quando governante, soube descentralizar, semeando secretarias de estado pelo país. Vincou que, com ele ao leme do PPD/PSD e do governo, os "territórios de baixa densidade" - leia-se interior - verão as suas necessidades tidas em conta.
Acentuou que, no poder, nunca permitiu o fecho de serviços, nomeadamente de unidades de saúde. "Política é fazer bem às pessoas", enfatizou.
Perspectivou uma política de fomento económico com capacidade de apostar na inovação através da investigação, com mira no que deverá ser "o grande desígnio nacional": atingir um rendimento per capita concordante com a média da União Europeia. AOS/RV 2017-12-09
 
Arouca

Quinta, 18 de Outubro de 2018

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