SOCIEDADE
 
CDS quer “unidade de missão para a reconstrução”
 
Deputados e responsáveis locais e regionais do partido centrista, após visita aos Bombeiros de Arouca
Profissionalização das equipas de combate a incêndios é outra proposta dos deputados que visitaram Arouca
 
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A "melhor maneira do Estado responder" às exigências decorrentes dos incêndios dos passados dias 15 e 16 é "criar uma unidade de missão de missão para a reconstrução", sublinhou, hoje, em Arouca, João Almeida, deputado do CDS/PP.
Com António Carlos Monteiro, o outro eleito no distrito, e dirigentes e autarcas locais e regionais, visitou também os concelhos de Vale de Cambra e de Castelo de Paiva.
"Há situações que são urgentes, necessitando de resolução imediata, e outras, mais ligadas à reconstrução do muito que foi destruído, que vão necessitar de um acompanhamento", assinalou o parlamentar centrista.
Defendeu a escolha - tarefa do Governo - de "uma personalidade de reconhecido mérito" que possa assumir a direcção de tal unidade, facilitando a relação entre os privados e as entidades estatais e autárquicas.
Uma "garantia de indemnização justa de todos os familiares das vítimas dos incêndios deste ano" também faz parte do plano de intervenção global apresentado pelo CDS.
Numa conversa com responsáveis dos Bombeiros Voluntários de Arouca, João Almeida destacou, ainda, as medidas elencadas para a área da protecção e do combate.
Pediu "a profissionalização das equipas de combate a incêndios das associações humanitárias", por ser, como nos reafirmou no final da ronda arouquense, "a melhor maneira de conciliar a génese dos bombeiros voluntários com a prontidão necessária ao longo de todo o ano".
O deputado sublinhou que tornou-se evidente que os dispositivos não podem estar em total operacionalidade apenas durante a chamada "época de incêndios".
Ainda salientou outra proposta dos democratas-cristãos: "redefinir a missão estatuto da Força Especial de Bombeiros, no sentido de que venha a existir um corpo de bombeiros profissional de cobertura nacional, com capacidade de mobilização para os cenários mais complexos".
Some-se a reactivação do Corpo Nacional de Guardas Florestais, "com um contingente que assegure a sua efectiva presença no terreno".
Outra medida que os centristas sentem ter-se tornado de óbvia necessidade é a recuperação do "modelo das zonas operacionais entre o nível distrital e o nível municipal, com a respectiva tipificação e dotação dos meios adequados".
Ainda fez notar que esta tragédia poderá ter tornado os portugueses mais receptivos para a discussão sobre as verbas afectas anualmente à protecção-civil [200 milhões de euros este ano] e ao combate a incêndios [cerca de 80 milhões].
"Não é pouco dinheiro, mas o país poderá ter ficado mais disponível para afectar mais recursos", enfatizou Almeida. AOS/RV 2017-10-30
 
Arouca

Terça, 21 de Novembro de 2017

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António Azevedo, produtor de mel em Arouca, em entrevista ao RV

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