ECONOMIA
 
Secretário de Estado em Arouca para estimular indústrias criativas
 
João Vasconcelos
João Vasconcelos presidiu a cerimónia para a formalização do Centro de Incubação e Inovação Industrial
 
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O futuro Centro de Incubação e Inovação Industrial (Ci3) de Arouca, que será construído no Parque de Negócios de Escariz (PNE), "será dos locais mais interessantes, na região e até no país, para localizar empresas", sublinhou, anteontem, João Vasconcelos, o secretário de Estado da Indústria.
Acentuou que o equipamento vai colocar o concelho num "campeonato" de nível superior, no que diz respeito à nova Revolução Industrial, a chamada "Indústria 4.0".
João Vasconcelos presidiu à cerimónia de assinatura, realizada nos Paços do Concelho, dos acordos de parceria entre a Câmara Municipal, a AECA (Associação Empresarial de Cambra e Arouca) e a Associação Nacional de Jovens Empresários(ANJE). Um representante do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC) rubricará o acordo proximamente.
"O Ci3 vem antecipar os problemas do futuro", salientou o secretário de Estado. Fez notar que "não será uma incubadora normal", antes um espaço de "partilha", que nestes novos temas se vai tornado na "alma dos negócios" e que se concretizará através da "troca de experiências" entre os empreendedores que se instalação no PNE.
O governante, que tem raízes em Alvarenga, vincou que os executivos de Artur Neves puseram Arouca no bom caminho, em termos de desenvolvimento industrial. Pediu que, agora, não se olhe "com medo" para os desafios da digitalização em curso da economia. É "uma oportunidade", disse, que deve ser abraçada pelos empresários e pelos municípios.
Vasconcelos deu o exemplo de regiões do nosso país onde há empresas cujos engenheiros "desenham aviões" e trabalham para sectores de ponta, para assegurar que, cada vez mais, as boas empresas tecnológicas se fixam "em zonas onde os seus colaboradores têm uma melhor qualidade". Vincou que, neste domínio, o município arouquense não tem de temer a concorrência.
O presidente da Câmara definiu o Centro de Incubação e Inovação Industrial como "um símbolo do crescimento industrial" do concelho nas últimas duas décadas. Disse que, com a nova estrutura, Arouca poderá concorrer na região, visando atrair investimentos e principalmente projectos empresariais de base tecnológica.
Destacou a pujança industrial do ocidente concelhio, que conta várias áreas de acolhimento empresarial e que se viu reforçado com o Parque de Negócios, que tem na envolvente equipamentos para a qualidade de vida: escolas, piscinas, centro social e centro cívico. "É um caminho de futuro para atrair empreendedores e investigadores", sublinhou Artur Neves.
O Ci3, que está em fase de apronto do respectivo projecto de execução, será edificado com recurso "a módulos", uma tecnologia e modo de construção desenvolvida por empresas arouquenses
Será primordialmente para Start-ups, empresas em início de actividade, que nele poderão concretizar projectos inovadores. Mas também poderá acolher "empresas-âncora", firmas já com trajecto nos mercados, e contará com um Centro de Serviços de Apoio à Actividade Industrial.
A flexibilidade será a característica do futuro complexo: a utilização de um sistema de construção por módulos permitirá aumentar o edifício, caso tal se venha a revelar necessário.
Estão a ser estudadas duas possibilidades de financiamento - uma com recurso a dinheiros europeus e outra baseada em fundos nacionais. A primeira fase do projecto custará cerca de dois milhões de euros, estando previsto que as obras arranquem algures no próximo ano.

Aproveitar a oportunidade

O dia também ficou marcado pela inauguração das novas instalações da "Tecnobento", empresa da Metelomecânica e da Automação Industrial, que laborava em instalações alugadas. "Foi uma questão de aproveitar a oportunidade", disse Nuno Silva, sócio-gerente, sobre a mudança para o Parque de Negócios de Escariz, feita com um investimento de dois milhões de euros, concretizado com a ajuda de fundos europeus.
A "Tecnobento" fabrica equipamentos para as indústrias alimentar e de bebidas e começou a fabricar máquinas para o sector da cortiça. Tem sete anos de actividade, emprega 32 pessoas e vende essencialmente para o mercado nacional, embora exporte para Espanha e para Angola.
Nuno Silva salientou a boa localização do PNE, em termos das vias já existentes e perante a futura edificação de uma ligação à A32, considerando que a construção do Ci3 "é uma mais-valia", por poder ajudar a captar investimentos e conhecimento. AOS/RV 2017-06-29

 
Arouca

Sábado, 22 de Julho de 2017

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