POLÍTICA LOCAL
 
AM: Orçamento e Plano aprovados sem votos contra
 
Última sessão do ano da Assembleia Municipal
Deputados municipais viabilizam Grandes Opções do plano 2019-2022 e Orçamento para 2019
 
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Decorreu durante toda a tarde da última sexta-feira, 28 de Dezembro, a última Assembleia Municipal ordinária deste ano civil.
As faltas mais notadas foram do vice-Presidente António Tavares e da vereadora Fernanda Oliveira que se encontram de férias e do vereador da oposição Fernando Mendes.
Estavam à discussão vários temas da vida concelhia, com destaque para a apresentação e votação das Grandes Opções do Plano e do Orçamento Municipal para 2019.
Entre os vários temas debatidos, destaca-se a intervenção do deputado social democrata, Artur Miler que se mostrou preocupado com o tráfego intenso na Avenida 25 de Abril, "provocado pela entrada e saída de alunos", considerando "urgente a necessidade de transferir a entrada para a Avenida dos Descobrimentos". Acrescentou ainda que "as obras na entrada poente da vila são um assassinato urbanístico" e que é preciso corrigir o projecto.
Em resposta, a edil Margarida Belém, afirmou que "não foi possível, por razões várias e por opção da própria escola, deslocalizar a entrada durante o tempo de obras". Sobre a entrada poente disse que o projecto "já sofreu várias alterações, não sendo possível fazer alterações de fundo neste momento". Referiu ainda que a obra tem como objectivo "melhorar a acessibilidade e circulação no acesso à vila de Arouca" e afiançou "que quando a obra estiver concluída todos vão gostar, como já aconteceu com as obras de regeneração urbana".
Sobre as Grandes Opções do Plano, Margarida Belém disse ser convicção do executivo que os objectivos propostos são os que "melhor servem os anseios de Arouca e dos seus munícipes." As GOP para quadriénio 2019-2022 atribuem a maior fatia à Habitação e Serviços Colectivos (37%), seguindo-se a Educação (22%), o Comércio e o Turismo (11%), os Transportes e Comunicações (7%) e os Serviços Culturais, Recreativos e Religiosos (6%).
As GOP e o Orçamento Municipal para 2019 foram aprovadas por maioria com 19 votos a favor e 17 abstenções.
O momento de maior tensão desta reunião magna local ocorreu aquando da discussão e votação da fixação da taxa de participação no IRS de 5%, tendo Artur Miler acusado o executivo de não querer ajudar os arouquenses.
A este juntaram- se as vozes de Vitor Moreira, deputado centrista, que referiu o impacto significativo que este valor teria para as juntas de freguesia se fosse redireccionado para estas e Hélio Soares, presidente da Junta de Freguesia de Santa Eulália repetiu o que tinha dito no ano anterior, afirmando que se a taxa de IRS fosse redireccionada para os juntas, consistiria "num balão de oxigénio de pequenas obras que a junta poderia realizar".
Também Luís Teles, presidente da Junta de Freguesia de Alvarenga, reiterou a necessidade de mais apoios para as juntas, mas diz que acredita no trabalho que está a ser realizado e por isso votou a favor.
A Presidente da Câmara Municipal afirmou que esta taxa é "uma verba que está afecta ao orçamento" e que "não faz sentido delegar competências quando não há meios técnicos e humanos para avançar para os projectos". A fixação da taxa do IRS nos 5% foi aprovada com 12 votos contra, 6 abstenções e 18 votos a favor. AV/RV 2018-12-30
 
Arouca

Terça, 22 de Janeiro de 2019

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A Frase...

"A freguesia de Várzea é dos melhores locais para viver em Arouca"

Humberto Mota, presidente da Junta de Freguesia, em entrevista ao RV

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