SOCIEDADE
 
IV Jornadas de Ciência (II): Arouca é laboratório vivo
 
Projecto 'Protejo o Azulejo', 1º CEB
O encontro científico de matriz arouquense voltou a cativar a comunidade
 
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O segundo dia das IV Jornadas de Ciência de Arouca prosseguiu no sábado, dia 15 de Dezembro. O encontro científico de matriz arouquense voltou a cativar a comunidade, mantendo praticamente repleto o auditório da Loja Interactiva de Turismo.

Segundo dia: Conhecer, agir e proteger no território qualificado do Arouca Geopark
A interacção entre as escolas de Arouca e o meio envolvente marcou o segundo dia das jornadas pedagógicas de ciência. Projectos e apresentações de alunos e professores, parcerias entre a autarquia, a associação geoparque e as escolas arouquenses alimentaram o segundo e último dia de cooperação e de partilha do conhecimento entre os parceiros locais. Os benefícios do pensar local numa perspectiva de acção global.
António Carlos Duarte, coordenador executivo da Associação Geoparque Arouca (AGA), e Artur Sá, docente da UTAD e Coordenador Científico do Geoparque Arouca moderaram o primeiro painel do dia, largamente destinado ao trabalho realizado nas e com as escolas. "Os alunos são a razão de ser destas jornadas. Arouca tem sido reconhecida nacional e internacionalmente pelos trabalhos de projecto que têm sido desenvolvidos, Arouca é um laboratório vivo", destacou Artur Sá, um dos pioneiros da criação do Arouca Geopark há cerca de 15 anos.

Arouca é um laboratório vivo para as escolas
Alunos do 5º ano de escolaridade do AE Arouca, acompanhados pelo docente José Gomes, vieram ao palco apresentar um projecto informático intitulado "Programação na Rota dos Geossítios", um jogo lúdico-didáctico de cariz interdisciplinar desenvolvido no âmbito do projecto de autonomia e flexibilidade curricular. De alunos do curso profissional de Multimedia do AE Arouca (docente Carlos Gonçalves), veio uma aplicação multimedia, um "GPS Natura" guia turístico para exploração da fauna, flora e geologia do concelho de Arouca. A concretização de novas ideias continuou com um apurado estudo de alunos do 9º ano do AE Arouca (docente Carminda Santos) sobre ecotoxicologia provocada pelos incêndios florestais, trabalho recentemente premiado em concurso nacional.
Dos ex-alunos da escola secundária e actualmente técnicos de Biologia e Arqueologia da Associação Geoparque Arouca, Susana Bastos e Luís Alexandre, respectivamente, veio a descrição dos projectos partilhados com as escolas dos agrupamentos de Arouca e Escariz. Em destaque esteve o concurso "Ilustra a tua escola", projecto educativo desenvolvido coma a colaboração da rede de bibliotecas escolares e o município de Arouca. "Temos de ter actividades que agarrem os alunos para o conhecimento e defesa do nosso património", salientaram os apresentadores. A integração de projectos e actividades na educação escolar prosseguiu com a intervenção da arouquense Daniela Rocha, doutorada e técnica superior da AGA responsável pelo Departamento de Geoconservação e Geoeducação. A edição do "Diário da Natureza - Rio Paiva" (que a Câmara Municipal gentilmente ofereceu a todos os participantes), obra promovida pela AGA em parceria com os alunos de Artes Visuais do ensino secundário do AE Arouca (docente Júlio Caseiro) ilustrou a beleza, a criatividade e a forte identidade de um território arouquense classificado internacionalmente e ao mais alto nível pela UNESCO.

Conhecer e preservar - o exemplo pedagógico dos azulejos
Sob a moderação do docente de Artes do AE Arouca, Júlio Caseiro, decorreu o painel que encerrou a edição 2018 das Jornadas de Ciência. O tema "O azulejo e a vida das pessoas" não é muito comum mas prendeu a atenção da plateia. Tudo começou com o "Protejo o Azulejo" desenvolvido por alunos do 1º ciclo do AE Arouca (docente Raquel Duarte). O conhecimento e a preservação deste património cultural no território arouquense foi um exercício cultural, estético e de cidadania para os alunos. A bela encenação dos jovens alunos em palco enriqueceu a versão arouquense do assunto, seguidamente desenvolvido na dissertação sábia e especializada do conceituado historiador de artes decorativas, professor José Meco, sobre a função artística e social dos azulejos nos diversos contextos históricos e arquitectónicos.

Logística a cargo da "casa"
Na sessão de encerramento, os representantes das entidades promotoras reiteraram o êxito da iniciativa que, mais uma vez, em razão dos alunos, congregou o contributo de grandes especialistas e a motivação dos diversos parceiros da comunidade arouquense na reflexão sobre a construção e valorização do seu território. Caía o pano sobre as IV jornadas de Ciência de Arouca, que foram também palco de apoio logístico (e de aprendizagem) dos alunos dos cursos especializados da Dança e da Música e dos cursos profissionais de Turismo, Multimédia e Restauração (Cozinha/Pastelaria-Restaurante/Bar) do AE Arouca. 2018-12-24 Manuel Sousa

 
Arouca

Segunda, 22 de Julho de 2019

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