ASSOCIATIVISMO
 
Centro Social de Canelas e Espiunca celebra dois anos com 'oficina' de folclore
 
Rancho no Lar da associação
«Trazer o rancho da freguesia ao lar é uma maneira de as famílias dos utentes se conhecerem entre si»
 
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O Centro Social de Canelas e Espiunca (CSCE) festejou hoje, sábado, 1 de Dezembro, o seu segundo aniversário, tendo convidado o rancho da freguesia para coordenar um workshop de folclore, aberto a toda a comunidade.
Durante mais de uma hora, o Rancho Folclórico "As Lavradeiras de Canelas" dançou no centro da sala principal da instituição, localizada na aldeia que lhe dá nome, convidando todos os presentes a participarem nas danças.
Nas suas intervenções entre cada dança, a presidente da associação do rancho local, Cristina Abreu, agradeceu o convite e referiu que para o grupo folclórico foi "um gosto enorme" participar nos festejos do aniversário do centro social. A dirigente associativa deu também a conhecer a história do rancho, bem como os seus trajes.
O presidente da União de Freguesias de Canelas e Espiunca, Joaquim Cunha, e a vereadora do pelouro de desenvolvimento educativo e social do município, Fernanda Oliveira, participaram no workshop, dançando com elementos d'As Lavradeiras de Canelas.
"Eu gosto de dançar e sinceramente é mais divertido e mais motivador participar do que estar ali só a assistir", disse ao Roda Viva a vereadora, considerando que é "importante" o município estar presente e que participando está a "cimentar o interesse que tem em que as suas instituições vão para a frente" e também a mostrar "o valor que dá a todas as pessoas envolvidas".
"O participar no workshop é uma forma de dizer que estou com o povo, que estou com as raízes do povo e que gosto do folclore", concluiu Fernanda Oliveira.
Inaugurado oficialmente a 26 de Novembro de 2016, na presença do Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, tendo iniciado actividade no dia 2 do mesmo mês, o CSCE elegeu o sábado a seguir ao seu aniversário para festejar, segundo explica a directora técnica da instituição, Márcia Reis.
"No ano passado, muitos dos nossos utentes que gostavam de ir à missa tinham-no deixado de fazer e resolvemos trazer a missa cá, o coro da igreja também esteve cá a cantar. Este ano os nossos utentes estavam com falta de festa e música e de ver movimento e decidimos trazer cá o rancho, indo ao encontro daquilo que eles querem", explicou a gerontóloga ao RODA VIVA.
A ideia era, assim, festejar "de forma diferente e com algo que animasse os utentes" que "ficaram todos contentes porque o rancho é a música do tempo deles, tem significado, eles gostam e conhecem muitas músicas", acrescentou, revelando ainda que há na instituição uma funcionária que toca acordeão e que "vai cantando" e "todos gostam, até já lhe pedem a música que querem ouvir".
Por outro lado, a directora técnica considera que trazer o rancho da freguesia ao lar é uma maneira de as famílias dos utentes se conhecerem entre si, em ambiente de "animação", e ficarem a conhecer a cultura de Canelas.
"Porque temos cá muitas pessoas que são de fora e não têm contacto com a realidade daqui, e assim ficam a conhecer o que se faz cá, porque o rancho também é bom e juntou-se o útil ao agradável", salientou Márcia Reis, explicando o porquê de terem escolhido um grupo local.
Em jeito de balanço do segundo ano do CSCE, a gerontóloga considerou que "alguns objectivos estão concretizados", que a instituição "está a crescer tal como previsto" e que "foi um ano positivo com todas as dificuldades inerentes, mas um ano saudável".
À semelhança do ano anterior, o centro social teve todas as portas abertas à comunidade, permitindo a todos conhecer as divisões do edifício, desde os quartos (duplos ou individuais, cada um com casa de banho), bem como a sala onde os utentes bebem chá e comem bolachas, à noite, o gabinete de enfermagem e a sala de descansado para funcionários em horário nocturno. 2018-12-01 Cátia Cardoso
 
Arouca

Terça, 18 de Dezembro de 2018

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