SOCIEDADE
 
«Devemos trabalhar para as pessoas»
 
João Paulo Brandão
Propósitos do Teatro Experimental de Arouca, expressados pelo presidente da direcção em entrevista | TEXTO COM MAIS DE 1700 VISUALIZAÇÕES
 
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João Paulo Brandão, natural da freguesia de Chave é um apaixonado pelo teatro, tomou posse como presidente do Teatro Experimental de Arouca no passado dia 2 de Dezembro e promete ser um líder a caminhar ao lado do grupo. Grupo venceu o primeiro prémio do desfile de Carnaval de Arouca do último dia 28 de Fevereiro (foto).

Depois de tomar posse há três meses, o TEA encontrou pela primeira vez na sua história uma sede. Foi influência sua?

O problema da sede já é um problema antigo, precisávamos de um espaço para nos reunirmos e guardarmos as nossas coisas e tínhamos um que o Patronato nos cedeu em Arouca, mas ia entrar em obras e teríamos, mais cedo ou mais tarde, de sair. Surgiu a oportunidade aqui em Chave, embora fique um pouco deslocado do centro da vila. A junta não se opôs e deu parecer positivo, falámos com a câmara, disseram-nos para fazer a candidatura e mobilizamos o parecer da junta e todo o processo natural e a escola foi-nos entregue há mês e meio. Por agora, estamos agora a fazer o protocolo de comodato, visto que não temos luz e temos de ter um nome e falar com a EDP para fazer a ligação eléctrica.

Sendo o João Paulo de Chave, o processo facilitou-se?
Sim, se não houvesse ninguém de Chave no grupo, a junta certamente que não nos daria parecer positivo. E para além de mim, temos a Elisa Pinho, presidente da Assembleia-Geral e o Carlos Adelino, presidente do Conselho Fiscal.

Quais os grandes objectivos do seu mandato?
Em primeiro lugar o sucesso no FARA (Festival de Artes de Rua de Arouca), entre os dias 30 de Junho e
2 de Julho, depois solidificar o grupo, ter um grupo forte, não por ter uma sede, uma carrinha, uns equipamentos, mas por ter um grupo de pessoas que se assumem e fazem teatro porque gostam disto, ou seja, um núcleo forte e rico humanamente. Não fazemos o teatro tradicional, o de revista, mas sim tentamos fazer um trabalho mais físico e visual... Não dizer por palavras, mas por actos, e isso é o mais difícil, cada cabeça é uma história diferente. Quanto ao meu estilo de liderança, defendo que o líder deve fazer e por os outros a fazer, se não, não funciona.

Diz-se, portanto, um presidente a caminhar ao lado do grupo?
Devemos trabalhar para as pessoas. A sede é para o quê? Para reunir as pessoas. Para dar uma formação, para convidar um grupo de teatro de fora para nos dar formação, por exemplo. A nível prático, podem existir umas acções ou exposições e até estamos a pensar fazer aqui umas casas de banho. É assim que se trabalha para as pessoas e não para os bens.

Quais os grandes destaques do Plano de Actividades para 2017?
Em 2017, como em todos os anos, é o FARA (Festival de Artes de Rua de Arouca) e estreamos sempre uma peça que vai rodar o ano todo. Por outro lado temos também as alturas em que colaboramos com a câmara, como na Recriação Histórica ou então na altura do Natal, com os presépios. Por outro lado, assinaremos também protocolos com as escolas de forma a assegurar a cooperação com o meio educativo.

Qual a importância do Teatro de Rua?
As artes circenses são de outra qualidade uma vez que vai ao encontro das pessoas, é muito mais exigente.

Que mensagem gostaria de deixar a todos os arouquenses?
Há muitas coisas a melhorar nesta associação teatral que existe desde o dia 5 de fevereiro de 2012. Um dos pontos fulcrais que posso assegurar a todos os arouquenses é não que não serão enganados nas nossas actuações e comprometo-me com todo o trabalho que for necessário para, através do Teatro Experimental de Arouca, ajudar a desenvolver a região. Rúben Tavares 2017-03-27

 
Arouca

Quarta, 22 de Novembro de 2017

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"Um apicultor tem que ter grande paixão pelas abelhas, mesmo depois de algumas picadas!"

António Azevedo, produtor de mel em Arouca, em entrevista ao RV

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